Leitura Rápida: Bug do Milênio
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Em 1999, o mundo entrou em pânico achando que os computadores parariam de funcionar na virada para 2000.
Os programas antigos usavam apenas "99" para o ano. O medo era que "00" fosse lido como 1900, travando bancos e aviões.
Esses computadores de 1999 (Pentium, 486) tinham muito mais ouro e metais preciosos nas placas do que os computadores de hoje.
O pânico gera lixo. O Ecobraz Carbon Token ajuda a recuperar esses ativos históricos que foram descartados sem necessidade.
Adote um BairroPor Ecobraz | Tempo de Leitura: 5 min
Na virada de 1999 para 2000, o mundo esperava que aviões caíssem e bancos zerassem as contas. O motivo? Para economizar memória nos anos 60 e 70, os programadores usavam apenas dois dígitos para o ano (ex: "99" para 1999). O medo era que "00" fosse interpretado como 1900.
Para a Ecobraz, o Y2K é lembrado não pelo apagão (que não aconteceu), mas pelo Grande Descarte de Hardware. Empresas trocaram parques inteiros de máquinas "só por segurança".
Nos anos 60, 1KB de memória custava 100 dólares. Economizar dois caracteres ("19") em milhões de registros de banco de dados significava economizar milhões de dólares.
Em PCs domésticos (386, 486), o relógio da placa-mãe (RTC) às vezes não sabia virar de 99 para 00. A BIOS podia resetar para 01/01/1980.
Isso era facilmente corrigível com um disquete de atualização ou simplesmente ajustando a data manualmente no dia 1º de janeiro. Mas o pânico falou mais alto.
Consultores de TI convenceram CEOs de que "PCs antigos" eram bombas-relógio. O resultado foi a substituição em massa.
Milhões de computadores bege, monitores CRT e impressoras matriciais perfeitamente úteis foram enviados para aterros em 1999.
Valor Perdido: Esses equipamentos continham chips cerâmicos e conectores banhados a ouro muito mais ricos do que os PCs que os substituíram. Foi uma injeção massiva de metais preciosos no lixo comum.
O perigo real não estava no PC, mas nos microcontroladores em elevadores, usinas e equipamentos médicos. Esses chips não podiam ser atualizados.
Muitos desses equipamentos industriais foram substituídos, gerando sucata pesada de automação (CLPs, inversores) que a Ecobraz valoriza pela alta concentração de cobre e prata nos relés.
O mundo não acabou em 2000, mas a pilha de lixo eletrônico cresceu exponencialmente. O Y2K ensinou à indústria que o medo vende hardware novo.
Para a Ecobraz, "obsolescência por software" é um conceito inaceitável. Hardware bom não deve ir para o lixo por causa de uma data errada.
Serviços de Gestão de Ativos de TI (ITAD):